5 tendências do RH no pós-pandemia

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Pós-pandemia

Conscientização, eficiência e muita tecnologia: esses são os principais aspectos de um mundo pós-pandemia, não apenas aos departamentos de RH, mas a todos os setores das empresas. Por isso, aproveitamos o momento para elaborar este material sobre o tema.

O nosso objetivo é apresentar as principais tendências para o RH após a travessia da crise. Assim, antecipamos seu planejamento e sua adaptação, destacando tecnologias, métodos e conceitos importantes para a modernização da sua equipe e rotina. Então, não perca tempo e acompanhe!

Os impactos da pandemia sobre o RH

Como toda crise generalizada, a pandemia de 2020 no Brasil criou uma série de dificuldades para a atuação das empresas no mercado. Em meio a esses obstáculos, segmentos inteiros da economia passaram a sofrer pela queda drástica de vendas e resultados.

Para piorar, até mesmo dentro das empresas foi possível notar quedas de eficiência e produtividade. Entre os mais afetados, destacamos o setor de vendas. A crise foi evidente, pois apenas algumas empresas, em setores estrategicamente posicionados, conseguiram aumentar seus resultados.

Em um segundo momento, destacamos o setor de RH. Em função do momento, processos como desligamento e suspensão se tornaram mais comuns do que nunca. Por outro lado, o departamento também precisou se reinventar para conseguir fazer tudo isso de maneira ágil e remota.

Entrevistas, treinamentos e contratações a distância foram algumas das novas exigências do setor, que precisou adotar soluções de assinatura eletrônica, videoconferência e gestão do ciclo de vida dos contratos — de modo a garantir que tudo continuasse funcionando durante o enfrentamento da crise.

As 5 principais tendências do RH no pós-pandemia

Mas o recrutamento não foi o único a exigir mudanças. Para aprofundar esse ponto, elencamos cinco tendências que apontam a modernização do setor, mostrando como essas iniciativas podem superar os desafios da crise combinando economia, eficiência e produtividade. Acompanhe!

1. Adoção de novas métricas de produtividade

Como todos sabemos, uma das principais transformações provocadas pela pandemia foi a rápida popularização do regime de home office. Com essa nova modalidade de trabalho, as empresas precisam adaptar a cultura organizacional, ajustando suas expectativas e métricas ao novo normal.

A tendência é que o mercado seja tomado pelas OKRs, que indicam objetivos e resultados-chave. Essa capilarização gerencial pode amplificar os resultados e reduzir a necessidade de supervisão, mas ainda exigirá um painel para o monitoramento geral.

2. Decisão entre duas modalidades operacionais

Home office permanente ou híbrido? Eis a questão! Até o momento, a única certeza é de que a modalidade de trabalho remoto demonstrou uma série de benefícios surpreendentes, não apenas para superar a crise, mas principalmente em termos de redução de custos e aumento de produtividade.

Por isso, muitas empresas estão se preparando para adotar a modalidade como opção no pós-pandemia. A única questão a ser solucionada é sua integralidade. Home office para toda a jornada de trabalho ou de forma híbrida — com encontros presenciais a uma periodicidade a ser definida? Isso é o que as empresas vêm estudando.

3. Aproximação com os funcionários

Mais do que um desafio operacional, a pandemia colocou nossa humanidade em teste. Como todos percebemos, o momento exigiu uma reformulação da linguagem institucional, capaz de se aproximar dos colaboradores por meio da empatia, transparência e solidariedade.

Com o pós-pandemia, a tendência é de que essa postura permaneça, mesmo após a redução drástica no número de funcionários. Cada vez mais, as empresas reconhecem os riscos da rotatividade, por isso, farão o possível para engajar e manter a equipe amparada, sólida e inabalável.

4. Implementação de tecnologia aplicada

No fim das contas, a transformação digital foi a principal responsável pela sobrevivência das empresas no mercado — o que não seria diferente com o RH. Para promover entrevistas, gerenciar quadros de funcionários e assinar contratos ou afins, existem soluções de software para cada uma dessas questões.

Quanto maior a implementação tecnológica, menores os custos e o tempo necessário para a ação. Sendo assim, combinando economia e produtividade, a contratação de tecnologia aplicada na gestão do RH é uma etapa indispensável para a garantia da competitividade da empresa no mercado.

5. Oferta de benefícios flexíveis

Como a economia está enfrentando um momento delicado, repleto de obstáculos maximizados pela crise, o mercado de trabalho tem superioridade relativa sobre o trabalhador — em outras palavras, há poucas vagas e muitos interessados.

No entanto, essa relação de oferta e demanda não pode prejudicar a capacidade de o RH elaborar vagas absolutamente interessantes para a captação de funcionários qualificados. Com os benefícios flexíveis, é possível instigar esse interesse, ajustando remuneração e vantagens de maneira atrativa e equilibrada.

Os benefícios da modernização

Também vale destacar as vantagens inerentes à modernização. Afinal, tudo se resume aos ganhos em economia e produtividade. Na gestão, tecnologias como RH em nuvem e painéis gerenciais são determinantes para identificar gargalos de eficiência e reduzir o tempo operacional.

Na digitalização de assinaturas, emissão de contratos e autenticações, o setor economiza com o que seria gasto em material de escritório, transportes por motoboy e taxas de autenticação cartorária. Além disso, vale notar que as assinaturas eletrônicas agilizam de modo exponencial o tempo de conclusão dos contratos.

Por fim, voltamos a destacar o home office. Contrariando os receios de muitas gestões, a modalidade mostrou que é possível preservar e até alavancar a produtividade. Para as empresas, a vantagem não é apenas operacional, mas também econômica.

Por meio do home office permanente, as gestões contemplam a possibilidade de encerrar seus contratos de locação de espaço, cortando um gasto substancial dos seus orçamentos. Mas, naturalmente, ainda há o dilema — optar pelo modelo híbrido ou permanente?

Como você pôde ver, são muitas as possibilidades para alavancar os resultados da sua gestão no pós-pandemia. No fim das contas, tudo depende de um diagnóstico atento da sua operação, com o objetivo de identificar os melhores pontos de melhoria e implementação.

Agora que você conhece as principais tendências para o setor no pós-pandemia, aproveite para seguir aprendendo sobre o tema. Basta conferir a nossa categoria sobre a importância do clima organizacional para a eficiência e transparência da sua empresa!

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