Como serão os profissionais do futuro?

Humanus

Independentemente da área de atuação, é nítido, nos últimos anos, que vem ocorrendo uma forte mudança relacionada ao perfil exigido pelas empresas para os mais diferentes cargos. Todo esse cenário nos faz pensar a respeito de quais seriam as características esperadas dos profissionais do futuro.

Vale destacar que tal processo de transformação está intimamente atrelado ao contínuo e acelerado desenvolvimento tecnológico. A tecnologia de ponta contempla o lançamento de inúmeros dispositivos, softwares e sistemas ao longo do tempo.

Diante de tal conjuntura, uma gestão de pessoas moderna precisa ficar atenta às habilidades dos profissionais do futuro. Acompanhe as principais delas na sequência!

Habilidades essenciais ao profissional do futuro

Importante esclarecer que as características mencionadas a seguir não se limitam à contratação de novos colaboradores. Na verdade, são aspectos que, se estiverem ausentes, precisam ser desenvolvidos pelas pessoas que já compõem os quadros das equipes da organização.

Se existem ótimos profissionais, mas falta aquele algo a mais, os gestores de recursos humanos precisam elaborar maneiras de ajudá-los a evoluir conforme as necessidades que se apresentam no horizonte.

Abaixo, você confere um conjunto de habilidades muito importantes para os profissionais do futuro e indispensáveis para qualquer negócio que almeje ser referência em seu ramo de mercado.

Inteligência emocional

O estímulo ao aprimoramento do QE (Quociente Emocional), ou seja, da inteligência emocional, é um elemento que precisa ser incorporado à cultura da empresa. Afinal, de nada adianta ter funcionários que apresentem somente um elevado índice de QI (Quociente de Inteligência — o convencional).

Isso, porque eles também devem ser capazes de gerenciar suas próprias emoções. É aí que entra em cena a inteligência emocional. Em um mundo marcado por conflitos interpessoais das mais distintas origens, todos precisamos aprender a manter o equilíbrio.

Isso inclui não apenas a parte interna de nós mesmos, alcançando as outras pessoas que constituem o ambiente de trabalho. A manutenção da boa relação entre os profissionais é mais do que essencial para que a empresa encontre respostas rápidas para problemas que, em um primeiro momento, pareçam intransponíveis.

Como exemplo, basta pensar nos efeitos das crises que, de forma recorrente, tomam os mercados financeiros nacional e mundial. Em períodos como esses, ter à disposição profissionais com elevado índice de inteligência emocional tende a fazer toda a diferença para que os obstáculos sejam contornados.

Com esse diagnóstico em mãos, os líderes de RH sabem que a inteligência emocional reúne qualidades imprescindíveis para o progresso da organização. Cientes disso, eles costumam pautar o processo de seleção em tipos de entrevistas que abram espaço para verificar se os candidatos à função em si são capazes de:

  • identificar suas próprias emoções;
  • monitorá-las, com o propósito de evitar a exteriorização de medo ou raiva excessivos, por exemplo;
  • encontrar maneiras de se motivar — mesmo em circunstâncias desfavoráveis;
  • demonstrar empatia pelas pessoas que estão ao redor e com as quais convive diariamente.

Pensamento crítico e analítico

Grandes gestores também desejam ter em seus quadros profissionais com alto senso crítico e analítico. Erroneamente, algumas empresas tratam pessoas com tal habilidade como um empecilho. Na verdade, elas integram o grupo de responsáveis por evitar que a organização sofra com grandes perdas de dinheiro.

Isso acontece porque esses são aqueles colaboradores que fazem ponderações detalhadas acerca de determinadas ações e investimentos. Enquanto a maioria fica propensa a apenas balançar a cabeça, concordando com o chefe mais por receio do que por convicção, os profissionais analíticos e críticos tomam uma atitude inversa.

Convictos e perspicazes, eles enxergam os possíveis benefícios de um projeto, mas também visualizam falhas que passaram despercebidas. Além disso, eles não têm medo de expor suas análises. No mínimo, realizam perguntas a respeito de detalhes que, em sua visão, não foram explicados completamente.

Você já deve imaginar o quanto profissionais desse gabarito são cada vez mais valiosos para as organizações. Se fôssemos resumir, poderíamos dizer que colaboradores dotados desse perfil relembram que os riscos sempre devem antecipar a estimativa de lucros. Eles, então, convidam as pessoas presentes a encarar as possíveis consequências negativas e o que fazer caso elas aconteçam.

Criatividade e inovação

Se você parar para pensar um pouco sobre avanço tecnológico, é provável que não demore muito para chegar à palavra “inovação”. Talvez nunca se tenha falado tanto sobre o ato de inovar quanto na década mais recente. O ponto importante, aqui, está ligado à própria definição do que seria uma ação inovadora.

Na maioria das vezes, o tema gera uma enorme confusão na mente de alguns empresários. Afinal, ao contrário do que possa parecer, inovação não consiste em algo restrito ao desenvolvimento de uma solução tecnológica de hardware ou software.

Na verdade, trata-se de uma verdadeira cultura. Basicamente, ela se refere ao processo de considerar que sempre há novas formas de se fazer determinado procedimento. A ideia é encontrar métodos que proporcionem ganho de tempo, além de maior eficácia e resultados mais satisfatórios.

Portanto, inovar vai muito além de implantar uma dezena ou centena de recursos tecnológicos na sua organização. Eles são decisivos para o crescimento do negócio? Sem dúvida! No entanto, é preciso dar um passo adiante, introduzindo e estimulando a cultura de inovação em todos os departamentos da empresa.

Não raro, um bom mapeamento de processos já indica uma série de alterações que precisam ser feitas para aumentar a produtividade de um dado setor. Também é comum que as mudanças necessárias sequer envolvam a implantação de alguma ferramenta tecnológica. Às vezes, basta rever a dinâmica usada até então.

Iniciativa

Por fim, vale a pena mencionar uma habilidade profissional do futuro que já brilhava no passado. Trata-se de tomar a iniciativa, em vez de esperar pela sinalização de algum superior do departamento.

É evidente que a liberdade de tomar determinadas decisões varia conforme o cargo do profissional e a hierarquia da empresa. De toda forma, qualquer gestor deseja ter ao seu lado pessoas aptas a pensar sozinhas em soluções para os problemas cotidianos. O ideal é que ele seja consultado se necessário, ou seja, quando o caso envolver algo que ultrapasse a alçada do colaborador.

Essas são as principais habilidades que não podem faltar aos profissionais do futuro. Todo gerente de RH deve ficar atento a elas, para que a empresa conte com funcionários plenamente capazes de conduzi-la em direção a seus objetivos. Para facilitar o processo, vale a pena aproveitar as funcionalidades da solução Cargos e Salários, da Humanus.

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